Terca-Feira, 13 de outubro de 2026
Justiça no Interior

MUNIZ FERREIRA: Ex-prefeito é condenado a devolver R$ 330 mil

Foto: Divulgação 

 

Na última quarta-feira, 30, o Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia condenou o ex-prefeito de Muniz Ferreira, na região metropolitana de Salvador, Clóvis dos Santos Penine, a devolver R$ 338.103,44 ao erário estadual.

 

A decisão foi tomada após os Conselheiros do TCE analisarem as contas do convênio firmado entre a Prefeitura e a Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb) para a construção do estádio de futebol do município.

 

Ao analisar o relatório técnico, o Tribunal tomou a decisão “em virtude da não comprovação da boa e regular aplicação dos recursos repassados, bem como pelas graves irregularidades e fragilidades detectadas na gestão financeira dos valores recebidos”.

 

Além da devolução dos R$ 338.103,44, valor que sofrerá reajuste da correção monetária e juros, Clóvis dos Santos Penine foi multado em R$ 2 mil.

 

CARINHANHA: Ex-prefeito é condenado a devolver R$ 334,6 mil

Foto: Divulgação 

 

O ex-prefeito de Carinhanha, no oeste da Bahia, Geraldo Pereira da Costa, foi condenado a devolver R$ 334.650,00 ao erário estadual. A decisão foi tomada nesta quarta-feira, 30, pelo Tribunal de Contas do Estado. 

 

A condenação veio após os conselheiros do TCE analisarem as contas do convênio firmado entre a Prefeitura e Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), que teve como objetivo a realização das obras da 3ª etapa do cais na orla fluvial do município.

 

Ao analisarem as contas, os Conselheiros do Tribunal observaram irregularidades na prestação de contas da 2ª parcela do convênio. Além da devolução dos R$ 334.650,00, valor que deve ser acrescido de correção monetária e de juros, o ex-gestor terá que pagar uma multa de R$ 4 mil.

ALAGOINHAS: Defensoria realiza atendimentos por meio de unidade móvel

Foto: Ascom/DPE-BA

 

Por Justiça no Interior

 

A Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE-BA) realiza na sexta-feira, 01, atendimentos por meio da Unidade Móvel de Atendimento (UMA) na cidade Alagoinhas, no agreste baiano. A prestação de serviço acontece das 8h às 17h na Central de Abastecimento do município, que fica na Avenida Lourival Batista, s/n.

 

Entre os serviços oferecidos estão orientação jurídica, viabilização e retificação de registros e documentos, exames de DNA para investigação de paternidade, acordos e mediação de conflitos referentes à guarda, alimentos, divórcio, direito de convivência, entre outros.

 

Para os atendimentos, não é necessário agendamento prévio, apenas se dirigir ao local, portando os documentos pessoais como RG, CPF e comprovante de residência e os documentos relacionados à demanda para qual busca atendimento.

 

No caso de divórcio, é necessário portar a certidão de casamento e a lista de bens móveis e imóveis com certidões e comprovações. Para reconhecimento de paternidade, é preciso ser apresentada a certidão de nascimento dos filhos para comprovar que não existe identificação da paternidade.

 

A edição de Alagoinhas acontece em parceria com a Câmara de Vereadores, em especial a Procuradoria Especial da Mulher, composta pelas vereadoras Luma, Jaldice, Jucy e Raimunda Florêncio.

 

Sobre o local onde irá ocorrer os atendimentos, o coordenador da 13ª Regional da DPE/BA, Danilo Rodrigues, destaca que foi uma escolha estratégica. Ele afirma que a ideia é estar mais próximo dos trabalhadores da feira e das pessoas que circulam pela região. “A atuação da UMA em Alagoinhas desempenhará um papel de vital importância na promoção da inclusão e acesso aos serviços essenciais às pessoas que residem nas áreas rurais, permitindo que aquelas que não podem se deslocar até o centro da cidade tenham acesso à Justiça, à saúde, educação e outros recursos importantes”, aponta Danilo.

 

“A maioria dos feirantes são mulheres que assumiram o sustento da casa. São mães, a imensa parte vinda da zona rural, que trazem seus cultivos para comercializar na cidade”, completa a servidora da Procuradoria Especial da Mulher da Câmara de Vereadores de Alagoinhas, Gardenia Hupsel. 

 

Com informações da DPE-BA

Os que os advogados contemporâneos pensam sobre o exercício da advocacia.

O Justiça no Interior esteve presente na VIII Conferência da Advocacia Baiana, que aconteceu entre os dias 2 e 4 de agosto, no Centro de Convenções de Salvador.

O evento reuniu dezenas de profissionais do direito que buscam ampliar os seus conhecimentos em suas áreas de especialização. A Conferência contou com diversas palestras de grandes nomes da justiça baiana e brasileira.

Durante os intervalos das programações, entrevistamos alguns advogados e advogadas presentes e perguntamos sobre o exercício da advocacia. Os entrevistados falaram sobre os desafios da profissão e como eles se mantém atualizados quando à legislação.

Confira o vídeo completo no nosso canal no Youtube no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=XasX0hdUtbM

Robert Beserra fala sobre a sua palestra na VIII Conferência da Advocacia Baiana

O Justiça no Interior esteve presente na VIII Conferência da Advocacia Baiana, e realizou a cobertura do evento.

Durante a conferência, o advogado e professor Robert Beserra cedeu entrevista à repórter Gabriela Brito e falou um pouco sobre a sua palestra na Conferência e a sobre a importância das novas tecnologias para o advogado do interior.

Confira o vídeo completo no nosso canal no YouTube no link abaixo:

Pablo Stolze fala sobre a VIII Conferência da Advocacia Baiana

O Justiça no Interior esteve presente na VIII Conferência da Advocacia Baiana, e realizou a cobertura do evento.

Durante a conferência, o juiz e professor Pablo Stolze concedeu entrevista à repórter Malu Lima e falou um pouco sobre a sua palestra na Conferência e a sobre a importância desse evento para o advogado do interior.

Confira o vídeo completo no nosso canal no YouTube no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=vfrDIE5E9Zk

Thomas Barcellar fala sobre a sua trajetória como advogado no interior da Bahia

O Justiça no Interior esteve presente na VIII Conferência da Advocacia Baiana, e realizou a cobertura do evento.

Durante a conferência, o advogado e professor Thomas Barcellar, ex-presidente da OAB-Bahia, cedeu entrevista à repórter Gabriela Brito e falou um pouco sobre a sua trajetória no interior da Bahia.

Confira o vídeo completo no nosso canal no YouTube no link abaixo:

Sarah Barros fala sobre a VIII Conferência da Advocacia Baiana

O Justiça no Interior esteve presente na VIII Conferência da Advocacia Baiana, e realizou a cobertura do evento.

Durante a conferência, a advogada Sarah Barros, presidente do Conselho Consultivo da Jovem Advocacia da Bahia, cedeu entrevista à repórter Malu Lima e falou um pouco sobre o evento.

Confira o vídeo completo no nosso canal no YouTube no link abaixo:

BARRA DA ESTIVA: Recurso pede anulação do Júri que absolveu a ex-vereadora Maria Creusa

Foto: Achei Sudoeste 

 

Por: Justiça no Interior 

 

A ex-vereadora do município de Barra da Estiva, sudoeste baiano, Maria Creusa Silva, conhecida como ‘Creusa de Permínio’, foi absolvida pelo homicídio do lavrador Samuel Silva Machado. Em Júri Popular realizado na última quarta-feira, os jurados absolveram a ré, apesar de a terem reconhecido como autora do crime. 

 

O lavrador foi morto em 2007 e seus restos mortais encontrados na fazenda da ex-legisladora. Conforme os autos do processo, o crime foi motivado após Samuel sobrar de Creusa dívida de cerca de R$ 150 mil. 

 

Ela foi denunciada à Justiça como autora do crime pelo Ministério Público da Bahia, que apontou existir um conjunto probatório que demonstra a autoria do crime, bem como a ocultação do cadáver.

 

Durante o julgamento, os sete jurados reconheceram Creusa como autora do crime, mas, por 4 votos a 3, absolveram a ex-vereadora pelo crime de homicídio. Creusa foi condenada pelo crime de ocultação de cadáver, crime pelo qual recebeu uma pena de 1 ano e 10 dias multa, substituída por trabalhos comunitários.

 

Entretanto, a decisão está sendo contestada. O advogado Maurício Vasconcelos, que atuou no Júri representando a família de Samuel, apresentou um recurso em que pede a anulação do julgamento.

 

Em conversa com o Justiça no Interior, ele afirmou que a decisão fere de morte os autos do processo, uma vez que existe materialidade incontroversa de que Creusa cometeu o crime.

 

“Essa decisão é surpreendente. Existem provas abundantes em relação ao crime. Entendo que essa decisão é manifestamente contrária às provas dos autos e, por isso, optei por interpor o recurso”, disse. 

 

O recurso foi apresentado à Juíza Mirã Carvalho Dantas, da Comarca de Barra da Estiva, e remetido ao Tribunal de Justiça da Bahia, tendo sido publicado na manhã desta quarta-feira, 31, no Diário Oficial de Justiça.

 

“A ideia é que ela (Maria Creusa) vá a um novo Júri. Eu entendo  que a decisão do Conselho de Sentença feriu de morte as provas dos autos. O Tribunal tem margem para determinar um novo Júri”, finalizou Vasconcelos.

 

BARRA DA ESTIVA: Defesa comemora absolvição da ex-vereadora Creusa de Permínio

Foto: Arquivo Pessoal

 

Por: Justiça no Interior 

 

Na última quarta-feira, 23, a Comarca de Barra da Estiva, sudoeste da Bahia, realizou o Júri Popular da ex-vereadora do município Maria Creusa Silva, conhecida como ‘Creusa de Permínio’. Ela foi acusada do homicídio do lavrador Samuel Silva Machado, crime que aconteceu em 2007.

 

O julgamento foi realizado após o Ministério Público da Bahia denunciá-la como autora do homicídio e do crime de ocultação de cadáver. Durante o juízo, os jurados condenaram Creusa por ocultação de cadáver, mas absolveram a ex-legisladora do crime de homicídio, apesar de terem a reconhecido como autora do crime. 

 

A decisão causou surpresa na comunidade jurídica, mas foi comemorada e parabenizada pela defesa da ré, representada pelos advogados Custódio Lacerda Brito e Maria Luiza Laureano Brito. 

 

Advogados e Maria Creusa comemoram a absolvição

Em conversa com o Justiça no Interior, Custódio apontou que a decisão tomada pelo corpo de jurados foi compatível com os autos do processo.

 

“Não só agradecemos, mas parabenizamos pela decisão eminentemente de foro íntimo de cada um dos Jurados, ao absolver a denunciada não só cumpriram com o papel constitucional que lhes fora delegado, mas, acima de tudo, com senso de justiça e de acordo com a prova debatida, perceptível a todos que acompanharam o julgamento e tiveram conhecimento da farsa e fraqueza da prova lançada contra Dona Creusa”, disse Lacerda. 

 

Custódio também criticou as acusações feitas contra os jurados que absolveram Creusa, e destacou que a decisão tomada pelo Júri não foi contestada pelo MPBA. 

Custódio Lacerda liderou a defesa de Maria Creusa

 

Quanto à condenação pelo crime de ocultação de cadáver, que Creusa recebeu uma pena de 1 ano e 10 dias de multa, substituída por serviços comunitários, o advogado afirmou que não vai recorrer da decisão e explicou os motivos. “Esta imputação já se encontra prescrita e, por certo, a magistrada declarará a extinção da pena imposta”, finalizou.