
imagem: Flávia Vieira/SSP-BA
Medida judicial atingiu bens e ativos de investigados durante operação que cumpriu mandados de prisão em Jequié, Vitória da Conquista e Brumado.
A Justiça determinou o bloqueio de R$ 12 milhões em bens e ativos de investigados durante a Operação Eirene II, realizada nesta quarta-feira (16). A ação também cumpriu mandados de prisão na Bahia e em outros três estados.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), a investigação apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com tráfico de drogas, homicídios, extorsão, lavagem de dinheiro e outros crimes.
Na Bahia, as forças de segurança cumpriram 21 mandados de prisão. Desse total, nove ocorreram em Jequié, seis em Vitória da Conquista e um em Brumado, todos no Sudoeste baiano.
Bloqueio busca preservar patrimônio durante investigação
O bloqueio de bens e ativos representa uma das medidas adotadas pela Justiça durante a investigação. Com isso, os valores e patrimônios atingidos pela decisão ficam impedidos de circular ou ser movimentados nas condições habituais.
Além disso, a medida permite que as autoridades preservem recursos que podem ter relação com os crimes investigados. No entanto, o bloqueio não significa que a Justiça tenha confiscado definitivamente os valores.
Nesse sentido, a investigação ainda precisa esclarecer a origem dos bens e dos recursos, assim como a eventual participação de cada pessoa investigada nos crimes apurados.
Operação teve prisões no Sudoeste
Além das cidades do Sudoeste, as equipes também cumpriram mandados em Serrinha, Ilhéus, Mutuípe, Laje e Salvador.
Ao mesmo tempo, as forças de segurança cumpriram quatro mandados de prisão em São Paulo, cinco em Minas Gerais e um em Goiás. Ao todo, portanto, 32 pessoas foram presas em todo o país, conforme informou a SSP-BA.
Na Bahia, a operação reuniu equipes da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia, das Polícias Militar e Civil e da Polícia Federal.
Até o momento, as autoridades não divulgaram as identidades dos presos. Além disso, a investigação continua em andamento.
Por isso, as suspeitas atribuídas aos investigados ainda precisam ser apuradas no decorrer do procedimento. A Justiça também poderá analisar novas medidas conforme o avanço das investigações.










