Terca-Feira, 13 de julho de 2026
Justiça no Interior

VITÓRIA DA CONQUISTA: Após alcançar maior número de processos de violência doméstica na Bahia, comarca ganha 2ª Vara especializada

Quando os mecanismos sociais falham, quando o sistema cultural e educacional falha, o poder judiciário é convocado, em última instância, para dirimir essas questões”, salienta o presidente do TJBA

 

Foto: Malu Lima

 

Por Malu Lima

 

O presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, o desembargador Nilson Castelo Branco inaugurou na quarta-feira, 17, a 2ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher na comarca de Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. A cerimônia de inauguração contou com a presença de autoridades judiciárias, do poder legislativo e executivo da cidade.

 

Foto: Malu Lima

 

Em entrevista ao Justiça no Interior, o presidente Nilson Castelo Branco destacou a importância da instalação da nova Vara de Violência Doméstica na comarca. “É mais um instrumento do estado para o combate da violência contra a mulher. Não é possível que em pleno século vinte e um, mesmo a mulher ocupando funções relevantes, ainda sofra violência por parte do homem. Quando os mecanismos sociais falham, quando o sistema cultural e educacional falha, o poder judiciário é convocado, em última instância, para dirimir essas questões”, salienta o desembargador.

 

No início da solenidade, foi apresentado um vídeo-discurso da presidente da Coordenadoria da Mulher do TJBA, a desembargadora Nágila Brito. Em sula fala, ela convidou todos a conhecerem e prestigiarem a nova instalação e apontou que a nova ferramenta no Município “cumprirá o seu papel de erradicar a violência contra a mulher enquanto preciso for”. Ela acrescentou, no entanto, que “como sonhar é próprio da alma humana e eu sou uma sonhadora, sei que daqui a algum tempo não precisaremos mais dessas Varas Especializadas. Chegaremos a um grau de civilidade em que todos se respeitarão e serão tratados como iguais, independentemente de cor, etnia, classe ou gênero”.

 

 

Durante a cerimônia, o Desembargador Nilson Soares Castelo Branco ressaltou a razão da existência de varas especializadas para tratar de casos de violência contra a mulher, a fim de punir aqueles que tentam violar os seus direitos fundamentais. “Toda mulher, independentemente de raça, etnia, orientação sexual, renda, nível educacional, idade e religião, goza dos direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sendo-lhes asseguradas as oportunidades para viver sem violência, preservadas sua saúde física e mental”.

 

A Prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos, discursou sobre a piora dos dados referentes à violência doméstica durante os anos da pandemia e a necessidade de o poder público empreender esforços conjuntos para enfrentar essa situação “para que um dia essa violência não aconteça mais”.

 

 

Em entrevista ao Justiça no Interior, a ex juíza titular da 1ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Vitória da Conquista, Juliane Nogueira, destacou o trabalho das entidades jurídicas pela instalação da 2ª Vara. “É fruto de um processo histórico de muita luta. Demonstramos, junto ao tribunal, a necessidade de Vitória da Conquista contar com mais um equipamento protetivo na defesa da mulher”.

 

A magistrada ainda destacou a alta demanda como fator principal para a instalação de uma nova Vara de Violência Doméstica. “Vitória da Conquista chegou a liderar o ranking de unidades judiciárias, sendo a que mais recebeu feitos dessa matéria, ultrapssando inclusive, cidades como Salvador e Feira de Santana”.

 

A delegada da Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher de Vitória da Conquista, Gabriela Garrido, ressaltou que a instalação da 2ª Vara de Violência Doméstica foi uma conquista a várias mãos. Ela ainda salientou que o trabalho da Deam corroborou com dados para justificar a necessidade da nova vara. “A Deam de Vitória da Conquista, se tornou, entre 2021 e 2022, a delegacia mais produtiva da Bahia, sendo a Deam que mais enviou processos ao poder judiciário.  Com esses números, foi vista a necessidade da implanação de uma nova vara de violência doméstica, para que fosse humanamente possível ateder a todas as demandas”.

 

Representatividade feminina

 

Na cerimônia de inaguração, o Presidente do TJBA também pautou a importância da representatividade da mulher em espaços de liderança na sociedade, citando exemplos de figuras femininas que estão à frente de organizações e entidades públicas baianas, como a Prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos; a Presidente da Coordenadoria da Mulher do TJBA, Desembargadora Nágila Brito; a Procuradora de Justiça, Norma Cavalcanti; a Defensora Pública, Firmiane Venâncio; a Procuradora-Geral do Estado, Bárbara Camardelli; a Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Bahia (OAB-BA), Daniela Borges; a Delegada-Geral da Polícia Civil, Heloísa Brito; e a Presidente-Eleita do TJBA, Desembargadora Cynthia Resende.

 

Homenagem

 

Na ocasião, a Ordem dos Advogados do Brasil – Subseção de Vitória da Conquista homenageou o Presidente do TJBA com uma placa de agradecimento pelos serviços prestados à Comarca. Além disso, a presidente da OAB Conquista também entregou uma carta ao magistrado em que frisa a gratidão da subseção pelo trabalho presidente e de sua equipe, durante o seu mandato como líder do judiciário baiano. 

 

 

Em entrevista ao Justiça no Interior, a presidente da OAB-Conquista destacou o trabalho da instituição pela implantação da 2ª Vara de Violência Doméstica.  “Foi um pleito amplamente abraçado pela OAB-Conquista, por meio de audência pública e diversas reuniões com o Tribunal de Justiça da Bahia, e hoje é uma realidade”. Ela tabmém frisou o impacto que essa instalação tem no trabalho da advocacia da região. “A instalação tem um impacto direto no exercício da advocacia, uma vez que vai gerar mais celeridade processual, impactando no trabalho dos advogados e advogadas que atuam na vara de violência doméstica de Vitória da Conquista”.

 

A prefeita do município, Sheila Lemos destacou a participação do poder executivo na instação da 2ª Vara. “Estivemos com o presidente Nilson Castelo Branco e com a Desenbargadora Nágila Brito, em 2022, no Tribunal de Justiça da Bahia, solitando a implantação da vara e colaboramos com a cessão de 28 servidores públicos para a comarca de Vitória da Conquista”.

 

A solenidade terminou com a visitação das instalações da 2ªa Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher que vai funcionar no 5º andar do Fórum João Mangabeira, no centro da cidade.

Policiais Militares recebem treinamento sobre direitos humanos

A iniciativa tem o objetivo de adicionar um  o atendimento humanizado nas condutas dos agentes de segurança

 

Foto: Marcia Santana/ Ascom SSP

 

Por Edilaine Rocha

 

Entre os dias 18 e 19 de janeiro, 10 mil policiais militares da Bahia participaram da ‘Formação das Forças de Segurança’ realizada pela PMBA em parceria com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH).

 

A iniciativa tem o objetivo de adicionar um  o atendimento humanizado nas condutas dos agentes de segurança, que visam garantir os direitos fundamentais de populações e grupos sociais com vulnerabilidade em eventos, abrangendo o Carnaval de Salvador e as comemorações de São João.

 

O secretário da SJDH, Felipe Freitas, diz que a iniciativa colabora para atuação ainda mais efetiva dos agentes que buscam capacitá-los para melhores resultados, “Garantindo a integridade e dignidade de todos, especialmente de populações mais vulneráveis. É um trabalho para estimular que o Carnaval se torne um ambiente cada vez mais seguro e inclusivo, através de serviço público mais alinhado com os princípios fundamentais dos direitos humanos”.

 

A atividade é parte do projeto ‘Direitos Humanos em Eventos Populares da Bahia’, que tem o intuito de fortalecer o atendimento integral que atende a públicos em situação de vulnerabilidade, como por exemplo: crianças, adolescentes, pessoas LGBTQIAPN+, idosos, pessoas portadoras de deficiência e consumidores. O curso foi dividido em duas oficinas, uma que ocorreu de forma presencial e outra remotamente com por transmissões onlines,  cada uma durou cerca de doze horas.

 

Para o coronel Mário Santana o curso é uma ação que ajuda os agentes a lidarem com  uma série de situações. “O conhecimento adquirido nas oficinas presenciais e online nos capacitará a combater violações de direitos e garantir a proteção de públicos vulneráveis. Estamos comprometidos em agir sob a perspectiva do atendimento humanizado, contribuindo para um ambiente mais seguro e justo para todos”.

 

Temas como ‘Conteúdos gerais sobre Direitos Humanos’, com foco no Sistema de Garantia de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes e demais populações vulneráveis; ‘Fluxos de atendimento a casos de violação de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes em Situação de Rua’; e ‘Dinâmica de funcionamento integrado’, foram nos dias da iniciativa tratados e direcionados pelos agentes de acordo com as  metodologias mais eficazes e inclusivas.

 

A formação tem a finalidade de conduzir os profissionais a atuarem de acordo  com a perspectiva dos atendimentos humanizados, usando de meios dentro da legalidade junto a ferramentas institucionais que combatem diversas maneiras de violência e violações dos direitos humanos.  A SJDH organizou a ação por meio das superintendências de Apoio e Defesa aos Direitos Humanos (SUDH) e dos Direitos das Pessoas com Deficiência (Sudef), com suporte da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e de organizações parceiras.

 

A programação incluiu facilitadores renomados, como o criminólogo Ricardo, doutor em Criminologia e professor titular da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), e o jurista Marcos Magalhães, mestre e doutorando em Direito pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), advogado e vice-presidente da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente da Ordem dos Advogados do Brasil Seção Bahia (OAB/BA).

 

Com informações da Secretaria de Segurança Pública-BA

STJ decide que assinaturas de plano de saúde, para negativados, não podem ser negadas

Para o ministro Mauro Ribeiro, quem nega a disponibilidade de serviços considerados essenciais como prestação de saúde  em virtude de nome negativado, está incompatível com os princípios do Código de Defesa do Consumidor (CDC)

 

Foto: Reprodução

 

Por Edilaine Rocha

 

Não podem ser negadas assinaturas de planos de saúde a pessoas com nome negativado “em serviços de proteção de crédito e cadastro de inadimplentes, por débito anterior ao pedido de contratação”, decidiu o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A temática entrou em julgamento no final do ano passado pela Terceira Turma do STJ. Em sua maioria, o colegiado impôs a Unimed dos Vales de Taquari em Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, fechar contrato com uma cliente.

 

O ministro Mauro Ribeiro, em sua decisão, afirma que quem nega a disponibilidade de serviços considerados essenciais  como prestação de saúde  em virtude de nome negativado está incompatível com os princípios do Código de Defesa do Consumidor (CDC) e estabelece descrédito à dignidade da pessoa humana.

 

Segundo Mauro, não seria justo a não aceitação do cliente por não se saber por qual motivo o seu nome está em negativação. O ministro ainda afirmou que o direito a serviços essenciais é benefício inegociável ao cidadão e a simples presunção de não cumprimento da dívida por inadimplências no passado não é justificativa.

 

“O fato de o consumidor registrar negativação passada não significa que vá também deixar de pagar aquisições futuras. A contratação de serviços essenciais não mais pode ser vista pelo prisma individualista ou de utilidade do contratante, mas pelo sentido ou função social que tem na comunidade”, afirmou o ministro.

 

 A ministra caso Nancy Andrighi, relatora do caso, ficou vencida na votação.  Para ela, as regras que regem a contratação de planos de saúde não não preveem a  “obrigação de a operadora contratar com quem apresenta restrição de crédito, a evidenciar possível incapacidade financeira para arcar com a contraprestação devida”, completa Nancy.

BELO CAMPO: Fórum da comarca é inaugurado

bNa oportunidade, a comarca de Belo Campo também recebeu dois novos espaços onde vão funcionar a Sala Passiva de Videoconferência e a Sala de Depoimento Especial

 

Foto: OAB Conquista

 

Por Malu Lima

 

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) inaugurou na terça-feira, 16, o novo fórum da comarca de Belo Campo, no sudoeste do estado. A solenidade contou com a presença do presidente do TJBA, o desembargador Nilson Castelo Branco, da presidente da OAB – Vitória da Conquista, Luciana Silva e a diretoria da subseção.

 

Além disso, também estiveram presentes na cerimônia de inauguração, o desembargador Salomão Resedá, o juiz da comarca de Belo Campo, Gustavo Teixeira e o prefeito do município, José Henrique Tigre (Quinho).

 

Na oportunidade, a comarca de Belo Campo também recebeu um novo espaço onde irá funcionar a Sala Passiva de Videoconferência para ampliação do juízo 100% Digital. Um espaço reservado para a Sala de Depoimento Especial.

 

Com informações da OAB Conquista

CGU multa empresa em R$ 3,8 milhões por fraudes na venda de vacina contra coronavírus

A empresa ainda foi classificada como inadequada para negociações com os órgãos públicos

 

Foto: Reuters\Amit Dave\Direitos reservados

 

Por Edilaine Rocha

 

A Controladoria Geral da União (CGU) multou em R$ 3,8 milhões, a empresa Precisa Medicamentos, por fraudes no procedimento de venda da vacina Covaxin, contra o coronavírus. A sentença foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na última segunda-feira, 15.

 

De acordo com o parecer, a companhia “apresentou documentos com montagens, com tradução indevida, além de uma procuração forjada e falsa. Além disso, a empresa entregou uma carta de fiança falsa  e fraudou o contrato mediante a apresentação de faturas com informações de cobrança em desacordo com os termos pactuados”.

 

O caso aconteceu em 2020, quando o Ministério da Saúde adquiriu 20 milhões de doses fabricadas pela empresa indiana Bharat Biotech International Limited. O contrato responsável por essa transação, na quantia de R$1,6 bilhão, foi o foco da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, depois de denúncias de um funcionário em relação a “pressões incomuns” para a liberação da transação, conforme a reportagem da Agência Brasil em 2022.

 

A Precisa Medicamentos foi considerada como empresa não adequada, na condição de incapaz para realizar contratos e negócios junto à administração pública por veredito da CGU, além da multa recebida. A determinação também inclui que a empresa publique a sentença nas redes, em seu site e em jornal de grande circulação por mais de dois meses.

 

Com informações da Agência Brasil

STF anula decisão que impedia a demarcação de terras indígenas

A decisão resultou no agravamento de conflitos nos territórios

 

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

 

Por Edilaine Rocha

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, determinou a interrupção de ações judiciais que impedem a demarcação da Terra Indígena Tekoha Guasu Guavira, no Paraná, nesta terça-feira,16.

 

Segundo Fachin, as deliberações não visavam o direito de busca de defesa das comunidades indígenas.”É fundamental que as soluções possam de fato refletir as diferenças de realidade e de percepção entre as partes. O envolvimento ativo de todos os atores estatais, sobretudo para ouvir as partes e as auxiliar a encontrar pontos comuns”, disse o ministro .

 

A retomada do processo de demarcação de terra pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) resultou no grande aumento dos conflitos na região onde sucedeu a decisão do parlamentar.

 

Conforme o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), indígenas da etnia Avá-Guarani foram alvo de tiros enquanto rezavam na última quarta-feira,10. O ataque resultou em quatro pessoas feridas, onde precisaram ser encaminhadas para uma unidade hospitalar em Toledo, no Paraná.

 

A Funai encerrou o procedimento de demarcação da Terra Indígena Tekoha Guasu Guavira durante a gestão do governo anterior. A  área é localizada nas cidades de Guaíra, Altônia e Terra Roxa, toda no Paraná,  que têm proximidades à fronteira do Brasil com o Paraguai.

 

Dois anos atrás, o Ministério Público Federal (MPF) expediu uma orientação ao órgão onde solicitava que a Funai revogasse a Portaria 418/2020, norma pela qual o processo foi invalidado.

 

Em 2023, com novos gestores, a Funai anulou a medida anteriormente instaurada, resultando na volta do processo, porém prosseguiu em suspensão, por decisão da Justiça Federal.

 

Com informações da Agência Brasil

JEQUIÉ: Suspeito de pornografia infatil é preso na cidade

Durante as investigações a polícia encontrou indícios que o criminoso tambem cometia abuso sexual contra crianças

 

Foto: Haeckel Dias/AscomPC

 

Por Edilaine Rocha

 

Um homem foi detido por policiais da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Jequié, no sudoeste da Bahia, na última terça-feira, 17.O suspeito foi identificado por armazenar e vender conteúdo de cunho pornográfico infantil.

 

A ação faz parte da Operação Epstein, em que mandados de prisão, também foram cumpridos, além de cinco mandados de busca e apreensão. A operação tem o intuito de combater e extinguir crimes de cunho sexual contra crianças e adolescentes. O National Center for Missing and Exploited Children (NCMEC), foi o responsáveis por interceptar material encontrado em posse do inviduo foi preso. A organização americana, de cunho não governamental, recebe denúncias desaparecimento de crianças e jovens, e de crimes relacionados a abuso sexual.

 

A delegada da Deam de Jequié, Grazziela Quaresma, explica de que forma ocorre o processo das investigações da polícia junto a organização norte-americana. “Quando se trata de suspeitos no Brasil, o NCMEC disponibiliza as notícias de crime à Polícia Federal (PF) que distribui às autoridades estaduais com atribuição para o caso. Após a notificação da PF, demos seguimentos à investigação, que culminou na localização e prisão do suspeito”, completa Grazziela.

 

Seguem em investigação na Deam, os suspeitos de crime sexual cometidos contra pelo suspeitos, pois no decorrer do processo foram achados indicativos de abuso sexual contra crianças. Todo material encontrado foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT), onde será periciado. O homem foi levado para a delegacia e posteriormente para o Conjunto Penal de Jequié, deixado custodiado à disposição do Poder Judiciário.

 

Com informações do Governo do Estado da Bahia Secretaria de Segurança Pública.

Projeto de Lei delimita jornada de trabalho para profissionais de saúde em 36 horas

A norma  abrangerá tanto profissionais da esfera pública quanto trabalhadores direcionados pela CLT

 

Foto: Pedro Guerreiro/Agência Pará

 

Por Edilaine Rocha

 

O Projeto de Lei 6.147/2023 delimita a 36 horas a jornada de trabalho semanal dos profissionais e trabalhadores de saúde das categorias definidas na legislação. O PL, de autoria do senador Fabiano Contarato (PT-ES), aguarda para ser votado na casa legislativa. Para Contarato, a redução nas horas da jornada de trabalho poderá resultar na melhoria dos serviços de saúde.

 

A iniciativa abrange e beneficia tanto profissionais da esfera pública quanto a profissionais orientados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Também inclui trabalhadores que são reconhecidos pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) e pelo Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), técnicos relacionados à área,  os prestadores de serviços de apoio presencial e agentes comunitários de saúde.

 

Em justificativa da ação, Fabiano Contarato pontua possíveis resultados negativos em consequência de grandes jornadas de trabalhos dos profissionais que possam vir a  comprometer os bons resultados. “A fadiga e o cansaço podem aumentar a probabilidade de erros, comprometendo a segurança dos pacientes, levando a lesões graves ou óbitos de pessoas que seriam mais bem tratadas, caso fossem atendidas por profissionais que trabalham em jornadas razoáveis, condizentes com a responsabilidade que seus ofícios exigem”. completa o senador.

 

O relator acrescenta que a jornada de trabalho em menos horas pode acrescentar e reforçar a segurança de uma remuneração digna para esses profissionais, visto que, o piso salarial será correspondente às 36 horas  por semana semanais sem ocorrência de outras parcelas de salários remuneratórias.

 

Com iInformações da Agência Senado

MARACÁS: Polícia Federal deflagra Operação Ripley na cidade

Suspeitos são investigados por desvio de verba em secretaria de saúde do município  de Maracás


Foto: Divulgação Polícia Federal

 

Por Edilaine Rocha

 

A Polícia Federal deflagrou, na quinta-feira, 11, a Operação Ripley, com intuito de cumprir mandados de busca e apreensão e mandados de prisão temporária em São Paulo. Os mandados foram expedidos contra possíveis dois suspeitos e investigados por desvio de verbas do Fundo Municipal de Saúde de Maracás, no sudoeste da Bahia.

 

Conforme investigações da PF, os suspeitos teriam clonado o número de telefone da secretária de saúde do município de Maracás, se passando pelo órgão e aprovado uma transferência  que compunham cerca de R$700 mil para contas bancárias de pessoas físicas, que já foram identificadas.

 

No decorrer das investigações da operação, a polícia  poderá verificar se a quadrilha também é responsável por outros crimes semelhantes. Após o cumprimento dos mandados, os criminosos foram conduzidos à custódia da SR/PF/SP, e estão à disposição da Justiça do estado. A apuração segue em andamento para identificação de outros envolvidos nos crimes. Os investigados poderão responder pelas práticas de associação criminosa, estelionato entre outros crimes.

Com informações da Polícia Federal

PORTO SEGURO:PF deflagra Operação Mil Faces

A polícia realizou dois mandatos de busca e apreensão e prisão preventiva contra suspeitos de ações fraudulentas

 

Foto:Divulgação/Polícia Federal

 

Por Edilaine Rocha

 

A Polícia Federal deflagrou na quinta-feira, 11, a Operação Mil Faces, em Porto Seguro, litoral sul da Bahia. A operação teve o intuito de desmontar quadrilha criminosa, que praticava ações fraudulentas de forma virtual e por telefone.

 

Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva na cidade litorânea. A partir das investigações foi possível localizar provas que indicavam a prática de ações fraudulentas com linhas telefônicas em nome de terceiros para fins duvidosos.

 

Com o material confiscado, será possível reunir detalhes que indiquem o tamanho, a extensão e os objetivos das ações criminosas. Perante os acontecimentos, os acusados poderão responder pelas atividades de estelionato, associação criminosa, dentre outros.

 

Com informações da Polícia Federal