Quarta-Feira, 14 de outubro de 2026
Justiça no Interior

Semana Nacional da Conciliação será entre 22 e 26 de maio

Foto: Reprodução

Por: Justiça no Interior

O Tribunal Superior do Trabalho realiza entre os dias 22 e 26 de maio a Semana Nacional de Conciliação. O projeto tem o objetivo de implementar medidas para proporcionar maior celeridade aos processos trabalhistas e aprimorar os meios consensuais de resolução de conflitos.

O evento, que é promovido pela vice-presidência do TST, conta com a participação dos 24 Tribunais Regionais do Trabalho, entre eles o TRT5, da Bahia, e envolve magistrados, servidores, advogados e partes.

Com informações do TST

ESPLANADA: DPE-BA abre seleção de estágio em Direito

Foto: DPE-BA/Divulgação

Por: Justiça no Interior

A Defensoria Pública do Estado da Bahia abriu, nesta segunda-feira, 06, seleção de estágio para estudantes de Direito para a unidade de Esplanada. A seleção visa a formação de cadastro reserva.
Para se inscrever, os estudantes de Direito, entre o 5° e o penúltimo semestre, devem enviar até a segunda-feira, 13, currículo e histórico escolar para o email: [email protected].
Os selecionados devem cumprir a carga horária de 25h semanais e vão receber uma bolsa no valor de R$ 953,00 mais auxílio transporte.
Os currículos e históricos escolares serão analisados e posteriormente os candidatos vão passar por provas e entrevistas.

Ministério Público aciona Correios por assédio moral organizacional

Foto: Emerson Nogueira/Futura Press/Estadão Conteúdo

O Ministério Público do Trabalho acionou os Correios na Bahia por assédio moral organizacional. Segundo o MPT, a ação foi motivada pela criação de um ambiente de trabalho conflituoso, com abuso do poder disciplinar e um alto índice de adoecimentos e afastamentos previdenciários.

Segundo o Ministério Público, o caso vem sendo investigado desde 2014 e acabou virando uma ação judicial em 2020 depois de receber dezenas de contribuições, como depoimentos e provas materiais.

Durante o processo, o MPT chegou a solicitar a suspensão da ação na tentativa de construir um entendimento entre a empresa e os trabalhadores, mas sem acordo, a ação foi retomada e o órgão aguarda a concessão de uma liminar.

De acordo com as investigações do MPT, os Correios criaram um ambiente de trabalho tóxico, como resultado de uma estrutura viciada que favorece a prática do assédio moral, como no caso emblemático do setor jurídico.

O inquérito apontou que havia o hábito de convocar reuniões com uma série de reprimendas, excluindo a possibilidade de empregados se manifestarem e ameaçando de retirar do local quem não respeitasse “as regras de urbanidade”.

A ação civil pública tramita na 16ª Vara do Trabalho de Salvador, mas tem amplitude nacional.

As informações são do MPT

AGU pede afastamento de servidores federais envolvidos em atos antidemocráticos

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A Advocacia-Geral da União e o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos encaminharam, de forma conjunta à Controladoria-Geral da União, pedido para “imediata instauração de processo administrativo disciplinar” contra servidores federais que tenham participado dos atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro.

No documento, a AGU e o ministério informam que a participação de servidores nos atos de 8 de janeiro já está sob análise da CGU, mas afirmam ser “inadmissível a participação de servidores públicos federais em atos de vandalismo e depredação de patrimônio público em manifestação violenta e inconstitucional que prega a supressão do Estado Democrático de Direito”.

Em nota, a AGU diz que uma análise preliminar indica que a participação de servidores nos atos representa “diversas infrações disciplinares”, entre as quais, violação do dever de lealdade para com as instituições, violação de dever de zelo para com a conservação do patrimônio público e violação do dever de manutenção de conduta compatível com a moralidade pública.

“Danos ao patrimônio público configuram crime qualificado contra a administração pública passível da aplicação de penalidade de demissão”, acrescenta a nota ao recomendar à CGU que analise a necessidade de afastamento cautelar dos servidores cuja participação nos atos tenha sido confirmada.

“Além da evidente periculosidade dos agentes, que desdenham por completo o regular funcionamento das instituições, os envolvidos podem, no exercício de suas atribuições diárias, se utilizar de sistemas e de meios postos à disposição de servidores públicos para embaraçar as investigações”, complementa a nota.

As informações são da Agência Brasil

Justiça Federal bloqueia bens de 40 presos nos atos antidemocráticos

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A Justiça Federal do Distrito Federal determinou na segunda-feira, 30, o bloqueio dos bens de 40 pessoas presas em flagrante durante os atos antidemocráticos de 8 de janeiro. A decisão atende ação apresentada pela Advocacia-Geral da União. O bloqueio ocorrerá sobre imóveis, veículos e contas bancárias.

Nos pedidos, a AGU argumenta que os participantes dos atos, suspeitos de financiarem os atos ou que depredaram, devem arcar com prejuízo causado ao patrimônio público, estimado em R$ 18,5 milhões.

Na decisão, o juiz federal Francisco Alexandre Ribeiro afirma que a União demonstrou que há “fortes indícios, portanto, de que os referidos réus tenham participado dos atos e das manifestações antidemocráticas que culminaram na invasão e na depredação multitudinária das sedes oficiais dos Três Poderes da República, razão por que é absolutamente plausível a tese da União de que eles concorreram para a consecução dos vultosos danos ao patrimônio público, sendo passíveis, portanto, dá bastante responsabilização civil, nos termos dos artigos 186, 927 e 942 do Código Civil”.

De acordo com a AGU, até o momento, 92 pessoas e sete empresas já tiveram patrimônio bloqueado por suspeita de financiar ou participar dos ataques, somando R$ 4,3 milhões.

As informações são da Agência Brasil

Desembargador Júlio Travessa assume presidência da AMAB

Foto: Divulgação

Na última sexta-feira, 03, o desembargador Júlio Travessa tomou posse como presidente da Associação dos Magistrados da Bahia. A solenidade foi realizada no Salão Nobre do Fórum Ruy Barbosa, em Salvador.

Também foram empossados os demais membros da Diretoria da AMAB, do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal.

Durante o discurso, o presidente da AMAB pontuou que a data representa uma abertura para os anseios da magistratura. “A data de hoje haverá de ser lembrada como a retomada do processo de abertura da AMAB às grandes aspirações da magistratura baiana, principalmente para o exercício de direitos associativos basilares, com a efetiva participação de cada um de nós, magistrados e magistradas, nas tomadas de decisões da Associação que nos congrega”, disse o desembargador.

Julio Travessa destacou que sua gestão será de parceria com o Tribunal de Justiça da Bahia em busca da redução do acervo judiciário, por meio da realização de mutirões.

Julio Cezar Lemos Travessa é desembargador do TJBA desde novembro de 2015, quando foi nomeado em vaga destinada ao quinto constitucional do Ministério Público.

A diretoria da Associação dos Magistrados da Bahia também será composta por:
1º Vice-Presidente: juiz Eldsamir da Silva Mascarenhas;
2ª Vice-Presidente: juíza Sirlei Caroline Santos;
3ª Vice-Presidente: desembargadora aposentada Luislinda Dias Valois

O Conselho Deliberativo da AMAB será composto por:

Juiz Roberto Costa de Freitas Junior;
Juiz Wagner Ribeiro Rodrigues;
Juíza Renata Guimarães Firme;
Juiz Euclides Ribeiro Arruda;
Juiz Eduardo Ferreira Padilha;
Juíza Márcia Simões Costa;
Juiz Marcos Adriano Ledo;
Juíza Luciana Amorim Hora;
Juiz Davi Vilas Verde Guedes Neto;
Juiz Leonardo Brito Pirajá de Oliveira.

Já o Conselho Fiscal terá:

Juiz Fabio Marx Saramago Pinheiro;
Juiz José de Souza Brandão Netto;
Juiz José Onofre Alves Júnior;
Juiz Humberto José Marçal.

As informações são da AMAB

JUAZEIRO: Vara do Trabalho suspende prazos e expediente na segunda-feira

Foto: TRT5

Por: Justiça no Interior

A Justiça do Trabalho de Juazeiro suspende o expediente forense e os prazos processuais na segunda-feira, 06. A suspensão acontece devido à mudança no feriado do Carnaval Antecipado da cidade, de acordo com o Decreto Municipal n. 027, de 11/1/2023. 

Dessa forma, os prazos que vencerem no dia 06, devem ser prorrogados para terça-feira, 07. O expediente no Fórum da Justiça do Trabalho local vai ser mantido nesta sexta-feira, 03, data anteriormente prevista para a comemoração do Carnaval na cidade.

Com informações do TRT5

STF determina investigação da suspeita de genocídio contra os Yanomami

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal determinou a investigação de suspeitas de prática de genocídio e de outros tipos de crime contra o povo indígena Yanomami por parte do governo federal anterior. A ordem foi encaminhada à Procuradoria-Geral da República, ao Ministério Público Militar, ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e à Superintendência da Polícia Federal em Roraima.

As apurações, determinadas pelo ministro Luís Roberto Barroso, ainda incluem crimes como quebra de segredo de Justiça, desobediência e delitos ambientais que ameaçam a saúde, a segurança e a vida de diversas comunidades indígenas.

O ministro também exigiu as medidas em um despacho relacionado a uma ação que tramita no STF em segredo de Justiça. Barroso determinou a remessa de documentos que, segundo o Supremo, “sugerem um quadro de absoluta insegurança dos povos indígenas envolvidos, bem como a ocorrência de ação ou omissão, parcial ou total, por parte de autoridades federais, agravando tal situação”.

Para o ministro do Supremo, diversas medidas podem ter comprometido operações de repressão a garimpeiros, como a divulgação, no Diário Oficial da União, de data e local de realização de operação sigilosa de intervenção em terra indígena. 

As informações foram publicadas pelo ex-ministro da Justiça Anderson Torres, atualmente preso por suspeita de colaborar com os atos antidemocráticos de 8 de janeiro. A Coordenação de Operações de Fiscalização do Ibama também divulgou, conforme o magistrado, a data e o local da operação em e-mail destinado aos servidores do órgão.

Barroso também citou indícios de alteração do planejamento da Operação Jacareacanga, pela Força Aérea Brasileira. Segundo o ministro, o repasse de informações a garimpeiros comprometeu o sucesso da ação.

Quando a ação, apresentada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, Barroso determinou a expulsão de todos os garimpeiros das terras indígenas Yanomami, Karipuna, Uru-eu-wau-wau, Kayapó, Arariboia, Mundurucu e Trincheira Bacajá. No processo, a Apib questiona a falta de proteção a essas comunidades durante a pior fase da pandemia de covid-19.

Segundo a determinação, a retirada deverá começar pelas áreas em situação mais grave. O ministro também questionou a eficácia da estratégia de asfixiar o fornecimento de materiais aos garimpos. “A estratégia anteriormente adotada, de ‘sufocamento’ da logística de tais garimpos, não produziu efeitos, se é que foi implementada”, escreveu o ministro.

Barroso determinou que a PGR seja informada do conteúdo integral do processo, para a apuração de eventual crime de desobediência pelas autoridades envolvidas e deu 30 dias para que a União apresente um diagnóstico da situação das comunidades indígenas e elabore um cronograma de execução das ações não cumpridas.

As informações são da Agência Brasil

MAIQUINIQUE: Justiça rejeita ação que pedia anulação do reajuste salarial dos servidores

Foto: Divulgação

Por: Justiça no Interior 

A juíza Giselle de Fátima Cunha Guimarães Ribeiro, do Tribunal de Justiça no Estado da Bahia, rejeitou na segunda-feira, 30, uma ação popular que pedia a anulação do reajuste salarial dos servidores do município de Maiquinique, sudoeste baiano. 

O reajuste foi aprovado, por unanimidade, pela Câmara de Vereadores no fim de 2022 e sancionado pelo então prefeito interino, Chico Batoré. 

A ação popular sustentava que o reajuste foi dado apenas para alguns cargos e que traria prejuízos aos cofres municipais. O documento também destacava que o aumento salarial tinha como único objetivo prejudicar a administração que assumiu a Prefeitura após eleição suplementar.

Ao analisar o caso, a magistrada apontou que o autor não tem legitimidade para contestar o reajuste e extinguiu a ação sem o julgamento do mérito.

“Saliente-se que o equívoco na propositura da ação não configura, por si só, má-fé do autor popular e ensejar a sua condenação nas penalidades por litigância de má-fé, bem como no pagamento dos ônus sucubenciais”, finalizou. 

CONFIRA A DECISÃO

TJBA regulamenta retorno presencial de magistrados e servidores

Foto: TJBA

Nesta quinta-feira, 02, o Tribunal de Justiça da Bahia publicou ato normativo em que regulamenta o retorno das atividades presenciais dos magistrados e servidores da 1ª e 2ª instância e nos Órgãos de Apoio Técnico Administrativo do TJBA.

O documento, assinado pelo presidente do Tribunal, desembargador Nilson Castelo Branco, destaca que só devem permanecer em teletrabalho os servidores autorizados a desempenhar atividades remotamente e que não há autorização do TJBA para que magistrados desempenhem as suas atividades em regime de teletrabalho.

CONFIRA O ATO NORMATIVO