imagem: Divulgação/OAB Irecê
Leonellea Pereira ficou em terceiro lugar na categoria Produção Acadêmica do Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral
A professora Leonellea Pereira, coordenadora do curso de Direito da Faculdade Irecê (FAI), conquistou o terceiro lugar na categoria Produção Acadêmica da sexta edição do Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral.
O resultado foi divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na terça-feira (29). O trabalho reconhecido é a tese de doutorado “Buscando a porta de saída: morosidade e acesso à (in)justiça nas sentenças de processos criminais por violência doméstica no Território de Irecê – BA (2013-2023)”.
A pesquisa foi desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade de Brasília (UnB) e aprovada em dezembro de 2025. O estudo analisa processos criminais relacionados à violência contra mulheres no Território de Identidade de Irecê.
Pesquisa sobre a Justiça no interior da Bahia
Entre os pontos analisados estão a demora na tramitação dos processos e os impactos desse tempo de espera no acesso das vítimas à Justiça.
Além disso, a pesquisa aborda desafios relacionados à estrutura do Judiciário no interior da Bahia. O trabalho considera processos que tramitaram entre 2013 e 2023 em municípios do Território de Irecê.
Na categoria Produção Acadêmica, Gisele Porto Barros ficou em primeiro lugar. Em seguida, Sherloma Starlet Fonseca Aires conquistou a segunda colocação. Leonellea Pereira ficou em terceiro.
Atuação na advocacia
Além da carreira acadêmica, Leonellea atua na representação da advocacia na região. Como presidente da OAB Subseção Irecêno triênio 2025-2027, ela participa de discussões relacionadas à Justiça e às demandas da advocacia no interior baiano.
Inclusive, em 2025, Leonellea integrou um grupo de trabalho da OAB-BA voltado ao combate ao golpe do falso advogado. Ela também atua como coordenadora do Colégio de Presidentes de Subseções da OAB Bahia.
O Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral reconhece trabalhos e iniciativas voltados à prevenção e ao enfrentamento da violência doméstica e familiar contra mulheres. A premiação homenageia a memória da juíza Viviane Vieira do Amaral, vítima de feminicídio em 2020.
Esta não é a primeira vez que Leonellea recebe reconhecimento na premiação. Na primeira edição, em 2021, ela conquistou o primeiro lugar na categoria Produção Acadêmica com um trabalho sobre medidas protetivas de urgência da Lei Maria da Penha em São Gabriel, na Bahia.
Por fim, a cerimônia da sexta edição do prêmio está prevista para o dia 23 de outubro, em Brasília.










