Quinta-Feira, 29 de maio de 2024
Justiça no Interior

STJ lança página “Mulheres Juristas”

Foto: Perfil Brasil

​O Superior Tribunal de Justiça (STJ) inaugurou uma nova página em seu site. Dedicada a dar visibilidade à trajetória e à biografia das magistradas com atuação na corte superior, a página foi lançada no Dia Internacional da Mulher, comemorado na terça-feira, 08.

A página, intitulada “Mulheres Juristas”, é composta por uma breve história da trajetória e biografia das seis atuais ministras do STJ. Estas são: a ministra Nancy Andrighi, que foi a corregedora-nacional de Justiça de 2014 a 2016 e hoje integra a Corte Especial, a Segunda Seção e a Terceira Turma; a ministra Laurita Vaz, que presidiu o STJ entre 2016 e 2018, e atualmente é integrante da Corte Especial, Terceira Seção e Sexta Turma; a corregedora nacional de Justiça, ministra Maria Thereza de Assis Moura, que também atua na Corte Especial; a ministra Isabel Gallotti, membro da Corte Especial, da Segunda Seção e da Quarta Turma; a ministra Assusete Magalhães, que integra a Primeira Seção e a Segunda Turma; e a ministra Regina Helena Costa, integrante da Primeira Seção e da Primeira Turma.

Além disso, a página Mulheres Juristas ainda traz em destaque a primeira mulher empossada ministra no STJ – a ministra Eliana Calmon (aposentada), que integrou a instituição entre 1999 e 2013 – e a ministra Denise Arruda (in memoriam), membro do tribunal entre 2003 e 2010

A iniciativa atende à Resolução 418/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), segundo a qual “os tribunais deverão, sempre que possível, realizar consulta prévia ao repositório, a fim de identificar nomes de mulheres juristas, para viabilizar a participação destas em eventos e ações institucionais, e a promoção de citações bibliográficas, com vistas a efetivar a paridade de gênero”.

Em 1999, o STJ empossou sua primeira ministra e hoje tem o maior número de magistradas comandando gabinetes entre os tribunais superiores do país. Ainda temos um longo caminho pela frente para ampliar a presença das mulheres em toda a Justiça do país, e, por isso, é fundamental destacar a importância e a trajetória de cada uma“, afirmou o presidente do STJ, ministro Humberto Martins.

As informações são do STJ


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