Quinta-Feira, 29 de maio de 2024
Justiça no Interior

CNJ apresenta pesquisas sobre as dificuldades enfrentadas pelas mulheres magistradas

Foto: Reprodução/CNJ

Dupla jornada, discriminação, dificuldade para conciliar o trabalho e a família, violência psicológica de advogados e juízes e agressões verbais são alguns dos desafios enfrentados diariamente pelas mulheres que escolhem a magistratura como carreira de acordo com as pesquisas divulgadas no último dia 4, durante os Seminários de Pesquisas Empíricas Aplicadas a Políticas Judiciárias.

O evento contou com a participação da juíza Maria Cândida Almeida, do Tribunal Regional da 1ª Região, da desembargadora Asta Gemignani, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, e da assessora de pesquisas da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat) Adriene Domingues Costa.

Dois pontos foram levantados durante os seminários: “As mulheres da Justiça Federal da 1ª Região” e “Dificuldades na carreira da magistrada”. O primeiro contou com 758 respondentes, aproximadamente 43% do universo dos endereços eletrônicos das magistradas trabalhistas cadastrados na base de dados do CNJ; e outro, com 1.443 mulheres das 14 unidades federativas da Justiça Federal da 1ª Região. A grande maioria está insatisfeita com a representatividade e o tratamento dado a elas. As juízas querem teletrabalho, maior presença feminina em posições de planejamento e de administração do Poder Judiciário, maior presença feminina nas instâncias superiores; a adoção de políticas especiais para as gestantes, as que têm filhos pequenos ou especiais, entre outros pleitos

As informações são da Agência CNJ de Notícias


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